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Lições de Vida Catalogadas por Sandra Costa - Atualizado em 29/09/2009
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| Foto de Sandra Costa |

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| email do Site para contatos: samalesoco@hotmail.com |
Bem vindo a nosso site !
Objetivo da criação deste site:
Apresentar inúmeras LIÇÕES DE VIDA que possam
vir a contribuir com as pessoas para aquisição de um melhor comportamento social
e obtenção de um maior entendimento a respeito do que é a vida, da necessidade de comunicação, de
companheirismo, de amor ao próximo e a si mesmos.
Pretende-se, ainda, através das diversas LIÇÕES DE VIDA ora apresentadas,
fazer com que os que se julgam, hoje, fracos, se sintam,
a partir do conhecimento dos ensinamentos que
serão aqui apresentados, fortes, saudáveis,
produtivos, ativos e esperançosos, tirando
de cima de si aquela carga destrutiva da
falta de esperança, descrença, pessimismo, maldade, desinteresse
pela vida do próximo e de si mesmos e muitos outros defeitos que não nos cabe aqui enumerar,
nem julgar !
Em síntese, o que se espera aqui é elevar o
moral das pessoas e criar nelas um espírito de cidadania e de interesse pelo
bem do próximo e de si mesmos.
Nota: Nada do
que anexamos nesta Home
Page trata-se de material elaborado
por
nós, mas, sim, da colaboração independente e informal
de colaboradores, pessoas amigas que sempre nos encaminharam emails
com LIÇÕES DE VIDA obtidas de amigos deles, via Internet, em sua maioria, ou obtidos de alguma forma por eles
mesmos, sem, em grande parte dos casos, citarem as Fontes de Informação, os Autores, as Referências Bibliográficas,
etc.
Em razão disto, solicitamos que este site não seja
usado, de forma alguma, para fins lucrativos nem de seu elaborador e nem
de seus dignos colaboradores.
É o que pensamos e dizemos, agora !
Sandra Costa
Mentora intelectual da Home Page: Lições de Vida Catalogadas por Sandra Costa
E-mail: samalesoco@hotmail.com
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LIÇÃO DE VIDA Nº 1 - OS TRÊS
CONSELHOS
Um casal de jovens recém-casados,
era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez a seguinte proposta para a esposa:
"Querida eu vou sair de casa,
vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável.
Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que você me espere e enquanto eu estiver fora, seja FIEL a mim, pois
eu serei fiel a você".
Assim sendo, o jovem saiu.
Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua fazenda. O jovem
chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito. O
pacto foi o seguinte:
"Me deixe trabalhar pelo tempo
que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações. EU NÃO QUERO RECEBER O MEU SALÁRIO.
Peço que o senhor o coloque na poupança até o dia em que eu for embora. No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e
eu sigo o meu caminho".
Tudo combinado. Aquele jovem
trabalhou DURANTE VINTE ANOS, sem férias e sem descanso. Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse:
"Patrão, eu quero o meu dinheiro,
pois estou voltando para a minha casa". O patrão então lhe respondeu:
"Tudo bem, afinal, fizemos
um pacto e vou cumpri-lo, só que antes quero lhe fazer uma proposta, tudo bem? Eu lhe dou o seu dinheiro e você vai embora,
ou LHE DOU TRÊS CONSELHOS e não lhe dou o dinheiro e você vai embora. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos,
se eu lhe der os conselhos, eu não lhe dou o dinheiro. Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta".
Ele pensou durante dois dias,
procurou o patrão e disse-lhe: -
"QUERO OS TRÊS CONSELHOS".
O patrão novamente frisou:
"Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro". E o empregado respondeu: "Quero os conselhos"
O patrão então lhe falou:
1. "NUNCA TOME ATALHOS EM SUA VIDA. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a
sua vida.
2. NUNCA SEJA CURIOSO PARA AQUILO QUE É MAL, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal.
3. NUNCA TOME DECISÕES EM MOMENTOS DE ÓDIO OU DE DOR, pois você pode se arrepender e ser
tarde demais."
Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era
tão jovem assim:
"AQUI VOCÊ TEM TRÊS PÃES, dois para você comer durante a viagem
e o terceiro é para comer com sua esposa quando chegar a sua casa".
O homem então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos
longe de casa e da esposa que ele tanto amava.
Após primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou
e lhe perguntou:
"Para onde você vai?" - Ele respondeu:
"Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias
de caminhada por essa estrada".
O andarilho disse-lhe então:
"Rapaz, este caminho é muito longo! Eu conheço um atalho muito
melhor, e você chega em poucos dias". O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se
do primeiro conselho: então voltou e seguiu o caminho normal. Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.
Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma
pensão à beira da estrada, onde pode hospedar-se. Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir. De madrugada
acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito.
Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho. Voltou, deitou-se e dormiu.
Ao amanhecer, após tomar café, o dono da hospedagem lhe perguntou
se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido.
O hospedeiro: e você não ficou curioso? Ele disse que não.
O hospedeiro então respondeu: VOCÊ É O PRIMEIRO HÓSPEDE
A SAIR DAQUI VIVO, pois meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o
no quintal.
O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso
por chegar a sua casa. Depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre
as árvores a fumaça de sua casinha. Andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa. Estava anoitecendo, mas ele
pode ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha entre os braços um homem a quem estava acariciando
os cabelos.
Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura
e decidiu-se a correr ao encontro dos dois e a matá- los, sem piedade. Respirou fundo, apressou os passos, mas
lembrou-se do terceiro conselho.
Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo,
para, no dia seguinte, tomar uma decisão. Ao amanhecer, já com a cabeça fria, ele pensou:
"NÃO VOU MATAR MINHA ESPOSA E NEM O SEU AMANTE! Vou voltar para
o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta! Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre FUI FIEL A ELA".
Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a porta
e o reconhece, se atira em seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então com as lágrimas
nos olhos lhe diz:
"Eu fui fiel a você e você me traiu! Ela espantada lhe
responde: "Como? eu nunca lhe traí! esperei por você durante esses vintes anos! Ele então ele lhe perguntou: "E
aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer? E ela lhe disse: "AQUELE HOMEM É NOSSO FILHO! Quando você foi
embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade".
Então o marido entrou, conheceu, abraçou o filho e contou- lhes
toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café.
Sentaram-se para tomar café e comer juntos o último pão. APÓS
A ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO, COM LÁGRIMAS DE EMOÇÃO, ele parte o pão e ao abri-lo encontra todo o seu
dinheiro (o pagamento por seus vinte anos de dedicação ao trabalho árduo do campo, a serviço do fazendeiro).
Muitas vezes achamos que o atalho "queima
etapas" e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade...
Muitas vezes somos curiosos, e queremos saber de coisas que nem ao menos nos dizem
respeito e que nada de bom nos acrescentarão...
Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente nos arrependemos depois...
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LIÇÃO DE VIDA Nº 2 - A FORCA
Conta-se de um rico fazendeiro que tinha um único filho. Ao contrário
do pai, o moço não gostava de trabalho nem de compromissos. À semelhança do filho pródigo da parábola de Jesus, esse rapaz
gostava de festas e de estar com os amigos, usufruindo os lucros da família.
Seu
pai sempre o advertia que seus amigos só estariam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois, iriam abandoná-lo.
Os insistentes conselhos do pai retiniam em seus ouvidos, mas logo o rapaz se ausentava, sem dar a mínima atenção.
Um
dia, o velho pai, já avançado em idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e, dentro do celeiro,
o próprio pai fez uma forca, e nela uma placa com os seguintes dizeres: "Para você nunca mais desprezar as palavras de seu
pai".
Mais
tarde, chamou o filho, o levou até o celeiro e disse:
–
Meu filho, já estou velho e, quando eu morrer, quero deixá-lo responsável pela fazenda. Mas, como já sei que você vai acabar
falido e solitário, ergui esta forca para você. Quero que me prometa que quando acontecer o que eu disse você se enforcará
nela.
O
jovem riu, achando que esta era mais uma forma de seu sábio pai chamar a sua atenção. De qualquer forma, para não contrariar
seu velho, prometeu atender ao pedido absurdo.
Passaram-se
os meses. O velho morreu. O rapaz assumiu tudo. E, como o pai havia previsto, o jovem viveu na gastança. Pobre, perdeu os
amigos, a família e a própria dignidade. Desesperado, começou a refletir sobre sua vida. Lembrou-se do seu pai e, chorando,
lamentou:
–
Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido teus conselhos... mas agora é tarde, tarde demais!
Ao
longe, avistou o pequeno celeiro e lembrou-se da forca. Era a única coisa que lhe restava.
A
passos lentos, dirigiu-se até lá e, querendo fazer a vontade de seu pai, pelo menos uma única vez, subiu nos degraus e pensou:
"Ah!, se eu tivesse uma nova chance...". Colocou a corda no pescoço e pulou. A corda apertou sua garganta, mas logo se ouviu
um grande barulho. Era o braço da forca que, por ser oco, quebrou-se facilmente.
O
rapaz foi ao chão e sobre ele caíram jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes, etc. A madeira estava cheia de pedras preciosas
e, entre elas, um bilhete:
"Essa é a sua nova chance. Te amo muito!". Emocionado, ergueu os olhos e leu novamente a
placa: "Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai".
Não
é assim sábio e misericordioso conosco o nosso Pai que está no céu? Leia Mateus 7.9-11
LIÇÃO DE VIDA Nº 3 - O FILHO
O abastado barão inglês Fitzgerald tinha apenas um filho,
que, evidentemente, era seu maior tesouro, o centro de suas afeições, o foco da atenção de sua pequena família.
O filho cresceu, mas, quando ele estava entrando na adolescência,
sua mãe morreu, deixando pai e filho sozinhos. Fitzgerald sofreu muito a perda da esposa, mas dedicou sua vida para cuidar
do filho. Com o passar do tempo, o filho contraiu uma doença grave e morreu antes de completar 20 anos. Nesse meio-tempo,
a fortuna de Fitzgerald aumentou sensivelmente. Ele havia usado grande parte de sua fortuna na compra de obras de arte dos
grandes "mestres" da pintura.
Após alguns anos, Fitzgerald adoeceu e morreu. Um pouco antes
de sua morte, ele preparou cuidadosamente um testamento, incluindo instruções explícitas sobre a distribuição de seus bens.
Toda a sua coleção de quadros deveria ser vendida em leilão.
Em razão da quantidade e qualidade daquelas obras de arte,
avaliadas em milhões de libras esterlinas, o leilão atraiu uma multidão de possíveis compradores, todos demonstrando grande
interesse. Entre eles, havia vários curadores de museus e colecionadores particulares, ávidos por dar seus lances.
Os quadros foram expostos para visitação antes do início
do leilão. No meio deles, houve um que recebeu pouca atenção. Além de ser de qualidade inferior, foi pintado por um artista
da cidade, desconhecido pelo público. Era o retrato do único filho de Fitzgerald, intitulado: O Filho.
Quando chegou o início do leilão, o leiloeiro pediu a atenção
dos presentes. Antes que os lances fossem feitos, o Advogado leu o testamento de Fitzgerald, onde havia instruções que diziam
que “o primeiro quadro a ser leiloado” deveria ser "O Filho".
Por ser de qualidade inferior, o quadro não recebeu nenhum
lance... ou melhor, recebeu apenas um! O único a dar o lance foi um velho criado da casa que conheceu o filho e o amava muito.
O lance foi dado por motivos sentimentais. Ele comprou o quadro por menos de uma libra esterlina.
O leiloeiro interrompeu o leilão e pediu ao advogado que
continuasse a leitura do testamento. Diante do fato inusitado, o público silenciou. O advogado leu estas palavras diretamente
do testamento de Fitzgerald: "Quem comprar o quadro de meu filho ficará com minha coleção inteira. O leilão está encerrado!".
A riqueza não deve ser medida pelas coisas que você possui, mas pelas coisas que você possui sem ter gasto dinheiro
para obtê-las.
LIÇÃO DE VIDA Nº 4 - A LIÇÃO
Éramos a única família no restaurante com uma criança. Coloquei Daniel numa cadeira
para crianças e notei que todos estavam tranqüilos, comendo e conversando. De repente, Daniel gritou animado: "Olá, amigo!",
batendo na mesa com suas mãozinhas gordas. Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes.
Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo. Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento.
Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros,
sujo, engordurado e rasgado. Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, seus dedos apareciam através do
que foram, um dia, os sapatos. Camisa suja e cabelo sem pentear há muito tempo. O nariz tinha tantas veias que parecia um
mapa. Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal.
Suas mãos começaram a se mexer para saudar. "Olá, neném.
Como está você?", disse o homem a Daniel. Minha esposa e eu nos olhamos: "Que faremos?". Daniel continuou rindo e respondeu:
"Olá, olá, amigo". Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo. O velho sujo estava incomodando nosso
lindo filho. Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê. Ninguém acreditava que o que o homem
estava fazendo era simpático.
Obviamente, ele estava bêbado. Minha esposa e eu estávamos
envergonhados. Comemos em silêncio; menos Daniel que estava superinquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido,
a quem conquistava com suas criancices. Acabamos de comer e nos dirigimos à porta. Minha esposa foi pagar a conta e avisei
que nos encontraríamos no estacionamento. O velho se encontrava muito perto da porta de saída.
"Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale
com Daniel", disse orando, enquanto caminhava perto do homem. Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem
um pouco do ar que ele pudesse estar exalando. Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava
o velho e estendeu seus braços na posição de "carrega-me". Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para
os braços do homem.
Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua
relação de amor. Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido. O homem
fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face. Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho
duro, suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel. Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão
pouco tempo.
Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus
braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura: "Cuide deste menino".
De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: "Assim o farei". Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente,
como se sentisse uma dor. Peguei meu filho e o velho homem me disse: "Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso".
Não pude dizer mais que um entrecortado "obrigado". Daniel
nos braços, caminhei rapidamente até o carro. Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente,
e por que estava dizendo:
"Deus meu, Deus meu,
me perdoe". Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não
fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de roupa suja.
Fui um cristão cego carregando um menino que não o era. Senti
que Deus me perguntava: “Estás disposto a dividir seu filho um momento?”, quando Ele compartilhou Seu Filho por
toda a eternidade. O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou: “Asseguro que aquele que não aceite o reino de
Deus como um menino, não entrará nele”. (Lucas 18:17). Apenas repita esta frase e verá como Deus se move: "Senhor Jesus
Cristo, te amo e te necessito, entre em meu coração, por favor".
LIÇÃO DE VIDA Nº 5 - AS COLHERES DE CABO COMPRIDO
Conta uma lenda que Deus convidou um homem para
conhecer o céu e o inferno.
Ele foi primeiro ao inferno.
Ao abrir uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um
caldeirão de substanciosa sopa e a sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido,
que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca.
O sofrimento era grande!
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Ele entrou em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão,
as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido.
A diferença é que todos estavam saciados.
Não havia fome, nem sofrimento!
"Eu não compreendo", disse o homem a Deus:
"Por que aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem
de aflição, se é tudo igual ?"
Deus sorriu e respondeu:
"Você não percebeu ? É
porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros."
Moral da História
Temos três situações que merecem profunda reflexão:
a) Egoísmo:
as pessoas encontradas “no inferno” estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensasse
em quaisquer alternativas para equacionar a situação;
b) Criatividade:
como todos, “no inferno”, estavam querendo se safar da situação caótica em que se encontravam, não tiveram a iniciativa
de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;
c) Trabalho em Equipe:
se as pessoas encontradas “no inferno” tivessem espírito de solidariedade
e de ajuda mútua, a situação teria sido resolvida, rapidamente.
Conclusão
Dificilmente o individualismo
consegue transpor barreiras.
O espírito de equipe é essencial para alcançar o sucesso.
Uma equipe participativa e homogênea vale mais do que um batalhão de pessoas
com posicionamentos isolados.
Isso é válido para qualquer tipo de atividade exercida em nossas
vidas, principalmente a profissional.
LIÇÃO DE VIDA Nº 6 - CARROÇA VAZIA
Uma das grandes preocupações
de nosso pai, quando éramos pequenos, consistia em fazer-nos compreender o quanto a cortesia é importante na vida.
Por várias vezes percebi
o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas, de interromper a conversa quando alguém está falando.
Eu, especialmente, incidia
muitas vezes nesse erro.
Embora visivelmente aborrecido,
meu pai, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que me surpreendia bastante.
Certa manhã, bem cedo,
ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros.
Concordei com grande
alegria e lá fomos nós, umedecendo nossos calçados com o orvalho da relva.
Ele se deteve em uma
clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Você está ouvindo alguma
coisa além do canto dos pássaros? Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo o barulho
de uma carroça que deve estar descendo pela estrada. Isso mesmo... Disse ele. É uma carroça vazia...
De onde estávamos não
era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:
- Como pode o senhor
saber que está vazia?
- Ora, é muito fácil
saber que é uma carroça vazia. Sabe por que?
- Não! Respondi intrigado.
Meu pai pôs a mão no
meu ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:
- Por causa do barulho
que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz. Não disse mais nada, porém deu-me muito em que pensar.
Tornei-me adulto e, ainda
hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou
quando eu mesmo, por distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar ouvindo a voz de
meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando:
“ Quanto
mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz! ”
LIÇÃO DE VIDA Nº 7 - GAROTO NO RESTAURANTE
Uma vez, fomos à praia e almoçamos no restaurante local.
Chegou um garoto de rua e o garçon foi expulsá-lo.
Minha filha, uma criança, pediu:
"Papai,
paga a comida dele".
Sua irmã gêmea reforçou o pedido!
Solicitei ao menino que se sentasse e perguntei-lhe o que queria comer!
A seguir, pedi para o garçon atendê-lo, e ele assim o fez, visivelmente irritado!
Terminada a refeição, o garoto agradeceu a nossas filhas e saiu sorrindo, com lágrimas
nos olhos, sensibilizando a todos nós, inclusive ao garçon que nos pareceu ficar bastante envergonhado!
“Devemos, sempre,
incentivar os atos de solidariedade humana de nossos filhos, desde pequenos”
Nota: Esta Lição de Vida faz refletir,
idem, a Lição de Vida de Nº 4, anterior à presente, nesta mesma página.
LIÇÃO DE VIDA Nº 8 -GESTÃO-AS
5 LIÇÕES DE OURO
1ª Lição – Gestão do Conhecimento
Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher
acaba de sair dele e está se enxugando.
A campainha da porta toca.
Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste,
se enrola na toalha e desce as escadas.
Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira.
Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz:
"Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha."
Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua!
Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora.
Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto.
Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:
"Quem era?"
"Era o Bob, o vizinho da casa ao lado." - diz ela.
"Ótimo!”
“Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?"
Moral
da História
“Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias”
2ª Lição – Chefia e Liderança
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem
para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.
O gênio diz:
"Eu só posso conceder-lhes três desejos: concederei apenas um, a cada um de vocês".
"Eu primeiro, eu primeiro." grita um dos funcionários!
"Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!"
Puf! e ele se foi!
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
"Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!"
Puf e ele se foi!
"Agora você", diz o gênio para o gerente!
"Eu quero aqueles dois de volta ao escritório, logo depois do almoço." - diz o gerente.
Moral da História
“Deixe sempre o seu chefe falar primeiro”.
3ª Lição – Zona de Conforto
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem
fazer nada.
Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
"Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?"
O corvo responde:
"Claro, por que não?"
O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa.
De repente uma raposa aparece e come o coelho!
Moral da História
"Para ficar sentado sem fazer
nada, você deve estar sentado bem no alto”
4ª Lição – Motivação
Na África, todas as manhãs, uma gazela acordava já sabendo que ela deveria conseguir
correr mais do que o leão, se quisesse se manter viva.
Todas as manhãs, o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela, se
não quisesse morrer de fome.
Moral
da História
“Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar
a correr”
5ª Lição – Criatividade
Um fazendeiro resolve colher algumas
frutas em sua propriedade!
Pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.
No caminho, ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas de pessoas que, provavelmente,
invadiram suas terras.
Ao se aproximar lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa.
Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e
gritam:
“nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora”.
O fazendeiro responde:
“Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!”
Moral da História
“A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos”
LIÇÃO DE VIDA Nº 9 - O SUCESSO CONSISTE EM NÃO FAZER INIMIGOS
Nas relações humanas
no trabalho, existem apenas 3 regras:
Regra Nº 1: “colegas passam, mas inimigos são para sempre”.
A chance de uma
pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano.
5 (cinco) anos
depois, o favor será esquecido.
Não adianta mais
cobrar!
Mas a chance de
alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.
Exemplo:
se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em
2007. Regra Nº 2: A importância de um favor diminui com
o tempo, enquanto a importância de uma desfeita, aumenta.
Favor é como um
investimento de curto prazo.
Desfeita é como
um empréstimo de longo prazo:
Um dia, ele será
cobrado, e com juros!
Regra
Nº 3: Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa
que, durante algum tempo, parece um amigo!
Muitas vezes,
até parece o melhor amigo, mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.
Amigo é aquela
pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa.
Ex-colega que
parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa e ela manda dizer que no momento não pode atendê-lo.
Durante sua carreira,
uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos.
Estatisticamente,
isso parece ótimo, mas não é !
A Lei da Perversidade
Profissional diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles
poucos inimigos.
Portanto, profissionalmente
falando, e pensando a longo prazo:
“O sucesso
consiste, principalmente, em evitar
fazer inimigos, porque por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que possuem uma boa memória”.
LIÇÃO DE VIDA Nº 10 – UM GESTO, APENAS
Um dia, quando eu era calouro na escola, vi um garoto de
minha sala caminhando para casa depois da aula.
Seu nome era Kyle. Parecia que ele estava carregando todos
os seus livros.
Eu pensei:
"Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros
numa sexta-feira?”
Ele deve ser mesmo um C.D.F"!!
O meu final de semana estava planejado (festas e um jogo
de futebol com meus amigos, sábado à tarde).
Então, deixei para lá, e segui o meu caminho!
Conforme ia caminhando, vi um grupo de garotos correndo
em direção a Kyle.
Eles o atropelaram, arrancaram todos os livros de seus braços,
e o empurraram, fazendo com que caísse no chão.
Seus óculos voaram e eu os vi aterrissarem na grama, há
alguns metros de onde ele estava.
Kyle ergueu o rosto e eu vi uma terrível tristeza em seus
olhos.
Meu coração penalizou-se!
Corri até o colega, enquanto ele engatinhava procurando
por seus óculos.
Pude até ver uma lágrima em seus olhos.
Enquanto eu lhe entregava os óculos, disse para ele:
"Aqueles caras são uns idiotas!
“Eles deveriam arrumar uma atividade sadia"!
Kyle olhou-me nos olhos e disse:
"Ei, obrigado"!
Havia um grande sorriso em sua face.
Era um daqueles sorrisos que realmente mostram gratidão.
Eu o ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ele morava.
Por coincidência ele morava perto da minha casa.
Conversamos por todo o caminho de volta para casa e eu o
ajudei a carregar parte de seus livros.
Ele se revelou ser um garoto bem legal !
Perguntei se ele queria jogar futebol no sábado comigo e
meus amigos.
Ele disse que sim.
Ficamos juntos por todo o final de semana e quanto mais
eu conhecia Kyle, mais gostava dele.
Meus amigos pensavam da mesma forma.
Chegou a segunda-feira e lá estava o Kyle com aquela quantidade
imensa de livros, outra vez!
Eu o parei e disse:
"Que é isso, rapaz !
Você vai ficar realmente musculoso, carregando essa pilha
de livros, todos os dias!".
Ele simplesmente riu e me entregou metade dos livros.
Nos quatro anos seguintes, Kyle e eu nos tornamos mais amigos
ainda e muito mais unidos do que antes.
Quando estávamos nos formando, começamos a pensar em Faculdade.
Kyle decidiu ir para Georgetown, e eu para a Duke.
Eu sabia que seríamos sempre amigos e que a distância nunca
seria problema.
Ele seria médico e eu ia tentar uma bolsa escolar no time
de futebol.
Kyle era o orador oficial de nossa turma.
Eu o provocava o tempo todo a respeito dele ser um C.D.F.
Ele teve que preparar um discurso de formatura e eu estava
muito contente por não ser eu quem deveria subir no palanque, para discursar.
No dia da Formatura, Kyle estava ótimo.
Estava mais encorpado e tinha uma ótima aparência, mesmo
usando óculos.
Ele saía com mais garotas do que eu e todas as meninas o
adoravam!
Às vezes eu até ficava com inveja dele !
Hoje era um daqueles dias.
Eu podia ver o quanto ele estava nervoso sobre o discurso.
Então, dei-lhe um tapinha nas costas e disse:
"Ei, garotão, você vai se sair bem!".
Ele olhou para mim com aquele olhar de gratidão, sorriu
e disse: "Valeu" !
Depois, subiu no oratório e começou o discurso:"
Inicialmente disse que a Formatura é uma boa ocasião para
agradecermos àqueles que nos ajudaram, durante estes pesados anos.
Disse que deveríamos agradecer aos pais, professores, irmãos
e até aos treinadores esportivos e, principalmente, aos amigos.
Falou, ainda, que ali estava para dizer que ser um amigo
para alguém é o melhor presente que se pode dar ao mesmo.
Resolveu, então, durante seu discurso, contar uma história
que, segundo ele, era real.
Ele falou sobre o primeiro dia em que nos conhecemos.
Segundo ele, havia planejado se matar naquele final de semana!
Contou a todos como havia esvaziado seu armário na escola,
para que sua mãe não tivesse que fazer isso, depois que ele morresse.
Por este motivo, estava levando todas as suas coisas para
casa.
Ele olhou diretamente nos meus olhos e deu um pequeno sorriso.
"Felizmente, meu amigo me salvou de fazer algo imperdoável"
Eu observei o nó na garganta de todos na platéia, enquanto
aquele rapaz
popular e bonito contava a todos sobre aquele seu momento
de fraqueza.
Vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com a mesma
gratidão.
Até aquele momento eu jamais havia me dado conta da profundidade
do sorriso que ele me deu, naquele dia.
Nunca subestime o poder de suas ações.
Com um pequeno gesto você pode mudar
a vida de uma pessoa (para melhor ou para pior)
LIÇÃO DE VIDA Nº 11
– 30 (TRINTA) DICAS CONTRA O ENVELHECIMENTO
Sabe-se que o envelhecimento é um processo biológico que pode ser controlado.
Há uma série de estudos afirmando que um estilo de vida saudável é uma das chaves da longevidade.
Confira alguns deles:
a) CASE-SE
Segundo estudo publicado no Health Psychology Journal, dos Estados Unidos, as pessoas que
se mantêm em longas e bem-sucedidas uniões têm uma expectativa de vida maior em comparação àquelas que se casam novamente
ou terminam a vida divorciadas (desde que estejam juntas por amor e não por aparência, conveniência ou obrigação
social ).
b) EXPRESSE SUAS
EMOÇÕES
De acordo com o Journal of Clinical Psychology, da Inglaterra, aqueles que manifestam
suas emoções por meio de alguma atividade artística, como cantar, escrever e pintar, são mais saudáveis do que as pessoas
que não o fazem.
c) TENHA HORÁRIOS
Evite a prática de exercícios entre as 11 da manhã e a 1 da tarde, principalmente
em lugares reconhecidamente poluídos. É quando a produção de adrenalina atinge seu pico. O sangue fica mais grosso do que o normal, a pressão arterial sobe
e o batimento cardíaco se eleva. Durante essas duas horas,
é maior a probabilidade de uma placa de gordura se romper em um vaso, o que pode provocar derrame cerebral ou infarto no coração.
d) SEJA SOLIDÁRIO
Segundo estudo publicado na revista Psychology Science, dar apoio físico ou emocional a
outras pessoas reduz em até 60% o risco de morte prematura no idoso.
e) PREFIRA AS COMÉDIAS
O riso espontâneo promove a dilatação dos vasos e melhora o fluxo sanguíneo. Também reduz os níveis de adrenalina e cortisol no sangue e aumenta a liberação de endorfinas, hormônios ligados às
sensações de bem-estar e prazer. Quer mais? Ainda emagrece. Estudos da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos,
concluíram que dar boas risadas por um período de dez a quinze minutos faz uma pessoa queimar, em média, 50 calorias.
f) USE O FIO DENTAL
De acordo com pesquisadores da Universidade Harvard, nos
Estados Unidos, a inflamação bacteriana da gengiva, causada pelo acúmulo de resíduos alimentares entre os dentes,
aumenta em 72% o risco de doença cardiovascular.
g) IMITE
OS BRITÂNICOS
Ser pontual é bom, mas beber chá é ainda melhor. De acordo com o jornal Phytotherapy
Research, o hábito cultivado pelos ingleses pode ajudar no combate à doença de Alzheimer. Estudos indicam
também que o consumo de chá reduz
os riscos de câncer. O
chá verde é o que promete maiores benefícios.
h) LARGUE O CIGARRO
Fumantes regulares vivem, em média, dez anos menos do que um não-fumante. Cerca de 90% dos casos de câncer nos pulmões,
a neoplasia que mais mata no Brasil, estão relacionados ao tabagismo.
i) TENHA FÉ
Crer com embasamento e não por fé cega.
Segundo o International Journal of Psychiatry and Medicine, ter uma crença forte em algo ajuda a combater o stress
e problemas emocionais.
j) BEBA COM MODERAÇÃO
Estudos mostram que o consumo diário de até duas taças de vinho deve fazer parte da receita para uma vida longa. Até a cerveja, quando consumida moderadamente, pode trazer
benefícios à saúde, apontam pesquisas recentes.
k) COMA
MENOS
Nos Estados Unidos, um estudo comparou cinqüentões que viviam de dieta com outros
que consumiam, em média, 2 000 calorias por dia. A conclusão foi que o primeiro grupo teve uma expectativa de vida cerca de 30% maior, além de aparentar ser mais jovem do que os congêneres da mesma idade.
l) MORE
PERTO DE UM PARQUE
Um estudo realizado por pesquisadores japoneses concluiu que a expectativa de vida dos idosos que moram próximo a áreas verdes é maior
do que a daqueles que vivem cercados de arranha-céus.
m) VÁ DE VERDES
Vegetais verde-escuros, como espinafre, rúcula e brócolis, são ricos em ácido fólico, uma substância que ajuda
a manter a integridade do DNA.
n) MANTENHA A MENTE ATIVA
Pesquisas mostram que a doença de Alzheimer tem maior incidência entre
as pessoas com baixo nível de instrução. Estudo publicado no New England Journal of Medicine relaciona a leitura, os jogos de cartas e de tabuleiro e as palavras cruzadas com
a redução do risco de demência em pessoas com mais de 75 anos.
o) TOME VITAMINAS
Cápsulas de vitamina C são as mais indicadas. Seu consumo ajuda a prevenir a degeneração macular, que afeta 3 milhões
de brasileiros e é a maior causa de
cegueira em pessoas com mais de 50 anos. Consulte seu médico sobre
a dosagem.
p) CURTA
O CHOCOLATE
Em pequenas quantidades, ele pode ser benéfico à saúde. Segundo estudo do King's College, de Londres, a quantidade de flavonóides encontrada
em 50 gramas de chocolate é equivalente à de seis maçãs, duas taças de vinho ou sete cebolas.
Os flavonóides têm sido apontados como importantes armas no combate aos radicais livres.
q) DÊ
PREFERÊNCIA AOS PESCADOS
Peixes de água profunda, como salmão e anchova, são ricos
em ômega três (3). Esse poderoso antioxidante,
segundo o jornal da Associação Médica Americana, pode reduzir em até 81% o risco de morte súbita no homem.
r) FAÇA
SEXO
A atividade sexual traz sensações de prazer e bem-estar, combate o stress, aumenta a auto-estima
e ainda queima calorias. Estudos mostram que as pessoas sexualmente ativas são mais saudáveis. Segundo a OMS, o sexo é um
dos quatro pilares da qualidade de vida, ao lado do prazer no trabalho, da harmonia familiar e do lazer.
s) SEJA OTIMISTA
Após dez anos estudando como a personalidade de uma pessoa pode influir no aumento
ou na diminuição da expectativa de vida, pesquisadores holandeses concluíram que ter uma atitude positiva pode diminuir em até 55% o risco de morte prematura.
t) NÃO
PULE O CAFÉ-DA-MANHÃ
Pesquisa do Instituto de Gerontologia da Universidade da Geórgia, nos Estados
Unidos, averiguou que os centenários
não costumam dispensar a primeira refeição do dia.
u) TENHA UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO
O conselho foi seguido por operadores da bolsa de valores de Nova York,avaliados em
um estudo. Foi tão eficaz no combate
ao stress que metade deles suspendeu o uso de medicamentos contra a hipertensão. Quem tem um bichinho em casa vai ao médico com menor freqüência, afirmam pesquisadores da Universidade
de Cambridge, na Inglaterra.
v) REDUZA
O SAL
Essa medida é importante no tratamento e na prevenção da hipertensão arterial, um dos fatores de risco para
doença cardiovascular. Evite mais de 6 gramas
por dia, o equivalente a uma colher de chá.
x) INVISTA EM CULTURA
Depois de acompanhar 12 000 pessoas por nove anos, pesquisadores suecos observaram
que, em média, as chances de uma pessoa alcançar a longevidade foram
36% maiores naquelas que cultivavam o hábito de realizar programas culturais, como visitar galerias de arte, assistir
a peças de teatro e freqüentar concertos musicais.
y) SINTA-SE EM CAPRI
Está provado que uma dieta mediterrânea, rica em vegetais, peixes e azeite de oliva, pode afastar doenças como hipertensão,
diabetes e obesidade, capazes de encurtar a vida em até dez anos. A
pesquisa foi feita com 1 507 homens e 832 mulheres, entre 70 e 90 anos, em onze países europeus.
w) ABUSE DO MOLHO DE TOMATE NÃO INDUSTRIALIZADO
Pesquisas conduzidas pelo médico americano Michael Roizen, autor do livro Idade Verdadeira
e fundador do Real Age Institute, um dos mais respeitados centros de estudo da saúde e do metabolismo humano, mostram que
dez colheres de molho de tomate
ingeridas semanalmente podem reduzir pela metade o risco de ocorrência de onze tipos de câncer. O tomate é rico em licopeno, um antioxidante encontrado nos vegetais vermelhos.
z) DURMA BEM
Estudos sugerem que a falta de sono crônica pode ter um impacto negativo nas funções metabólicas e endócrinas. Quando se dorme menos de cinco horas, há um
desequilíbrio no metabolismo.
z1) CONTE ATÉ CINCO
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 5 é o número mínimo de porções de frutas e vegetais
que uma pessoa deve comer por dia. A OMS defende que uma alimentação balanceada e rica em vitaminas,
fibras e minerais pode reduzir em até 40% o risco de câncer.
z2) VÁ AO OFTALMOLOGISTA
Depois dos 50 anos, a chamada vista cansada se torna ainda mais
comum. Com a idade, também aumentam os riscos de glaucoma e catarata. Além disso, alterações de fundo de olho podem indicar a presença de diabetes e hipertensão.
z3) MODERAÇÃO COM A CARNE VERMELHA
Pesquisa sobre hábitos, alimentares em dez países europeus concluiu que o consumo diário de carne vermelha aumenta o
risco de câncer de intestino em até 35%. Mas não a evite. Proteínas são essenciais para quem faz atividade física regularmente, não só porque dão
resistência mas também porque ajudam a tornear os músculos.
z4) MOVA-SE
De acordo com a Associação Americana do Coração, o sedentarismo, por si só, aumenta o risco de doença coronariana em, pelo menos, uma vez e meia. Exercícios diários moderados ajudam a aumentar o tempo de vida em até seis anos.
Fontes
Revista Psychology Science, Journal of Clinical Psychology, Universidade Vanderbilt,
Universidade Harvard, Associação Médica Americana, International Journal of Psychiatry, Phytotherapy Research, New England
Journal of Medicine, Journal of the American Medical Association, King´s College, Universidade de Cambridge, Federação Mundial
de Cardiologia e Organização Mundial de Saúde, RealAge Institute, Universidade da Geórgia e Universidade de Loma.
LIÇÃO DE VIDA Nº 12 – O VELHO PAI DO SENADOR
Um velho lavrador do Texas foi certo dia visitar o seu filho, que atuava
em Washington como senador.
Esse homem humilde era extraordinariamente piedoso e espiritual.
Em seu fervor nunca perdia a oportunidade de falar a respeito do amor
de Cristo àqueles que o rodeavam.
Por essa razão, tão logo seu
filho o apresentou ao Embaixador da Bélgica, espontaneamente o lavrador lhe dirigiu uma pergunta que muitos presentes a qualificaram
de indiscreta e inoportuna.
A pergunta foi
essa: "Excelência, o Senhor é um cristão?"
Muito desapontado, seu filho procurou desviá-lo da conversa, ainda
que de uma forma diplomática, mas antes que o embaixador tivesse tempo de acatar ou contestar o assunto abordado pelo pai.
Então, lamentavelmente o diálogo foi interrompido e o velho lavrador
não pôde testemunhar do seu Mestre e Senhor como habitualmente o fazia aonde quer que fosse.
Passaram-se
alguns meses e o velho lavrador do far west partiu para a eternidade.
O fato se tornou
notório e foi muito grande a surpresa do senador, quando, ao passar a vista em torno das coroas recebidas, descobriu entre
as muitas um gracioso ramo de flores, enviado pelo embaixador da Bélgica.
Sobre a fita que se prendia ao ramalhete, uma agulha firmava um cartão
contendo algumas palavras, que ele escreveu do seu próprio punho:
"Ele foi o único homem nos Estados Unidos que me indagou se eu era um cristão e que, conseqüentemente,
se preocupou com a minha alma."
Quando
o senador leu sobre esse testemunho tão maravilhoso dado pelo pai, e se lembrou da sua atitude naquele momento quando envergonhado
interrompeu o diálogo tão habilmente iniciado por ele, encheram-lhe os olhos de lágrimas.
Sim, foram lágrimas de arrependimento e de vergonha pela sua covardia
em não permitir que o conhecimento de Cristo fosse manifestado naquele lugar.
LIÇÃO DE VIDA Nº 13 - O SILÊNCIO
DOS BONS
Essa história foi verídica, dizem !!!!
Sentar ao lado de um negro???
Eu!!!!!
Sentar ao lado de um negro?
Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um
passageiro negro.
Visivelmente perturbada, chamou a Comissária de Bordo.
Qual o problema, senhora'?, pergunta a Comissária.
Não está vendo? - respondeu a senhora. Vocês me colocaram ao lado de um negro.
Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira.
Por favor, acalme-se - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos
algum disponível.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica.
Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe
econômica.
Temos apenas um lugar na primeira classe. E antes que a mulher fizesse algum comentário,
a comissária continua:
Veja, é incomum que a nossa companhia permita a um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe.
Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso
obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira
classe...
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir a Comissária, alguns de pé.
Se você é contra o racismo, envie esta mensagem a seus amigos.
O que nos preocupa não é o grito dos maus.
É O SILÊNCIO DOS BONS
LIÇÃO DE VIDA Nº 14 - O
VESTIDO AZUL
Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.
Ela freqüentava
a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja.
Suas roupas eram muito velhas e maltratadas.
O professor ficou penalizado com a situação
da menina.
"Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?".
Separou
algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo.
Ela ficou linda no vestido azul.
Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul,
sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola.
Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.
Quando
acabou a semana, o pai falou:
"mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more
em um lugar como este, caindo aos pedaços?
Que tal você ajeitar a casa?
Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim."
Logo
mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes.
Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as
suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.
Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado.
Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam
um auxílio das autoridades.
Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para
estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.
A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas
de pedra.
Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.
E tudo
começou com um vestido azul.
Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse
o bairro.
Ele fez o que podia, deu a sua parte.
Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.
Será
que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive?
Por acaso somos daqueles que somente apontamos os
buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito.
Lembremos que é difícil mudar o estado total
das coisas.
Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada.
É difícil reconstruir
um planeta, mas é possível começar aos poucos.
Há moedas
de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.
Comece por
você !
LIÇÃO DE VIDA Nº 15 - O VELHO, O MENINO E O BURRO - (Fábula)
Um velho resolveu vender seu burro na feira da cidade.
Como
iria retornar andando, chamou seu neto para acompanhá-lo.
Montaram os dois no animal e seguiram
viagem.
Passando
por umas barracas de escoteiros, escutaram os comentários críticos;
"
Como é que pode, duas pessoas em cima deste pobre animal !".
Resolveram
então que o menino desceria, e o velho permaneceria montado.
Prosseguiram...
Mais
na frente tinha uma lagoa e algumas velhas estavam lavando roupa.
Quando
viram a cena, puseram-se a reclamar;
"
Que absurdo ! Explorando a pobre criança, podendo deixá-la em cima do animal."
Constrangidos com o ocorrido, trocaram
as posições, ou seja, o menino montou e o velho desceu.
Tinham
caminhado alguns metros, quando algumas jovens sentadas na calçada externaram seu espanto com o que presenciaram;
"Que
menino preguiçoso ! Enquanto este velho senhor caminha, ele fica todo prazeroso
em cima do animal. Tenha vergonha !"
Diante
disto, o menino desceu e desta vez o velho não subiu.
Ambos resolveram caminhar, puxando o
burro.
Já
acreditavam ter encontrado a fórmula mais correta quando passaram em frente a um bar.
Alguns
homens que ali estavam começaram a dar gargalhadas, fazendo chacota da cena;
"
São mesmo uns idiotas ! Ficam andando a pé, enquanto puxam um animal tão jovem
e forte !"
O avô e o neto olharam um para o outro,
como que tentando encontrar a maneira correta de agir.
Então ambos pegaram o burro e o carregaram nas costas !!!
Além de divertida, esta fábula
mostra que não podemos dedicar atenção irracional para as críticas, pois
estas acontecerão sempre, independente da maneira segundo a qual procuremos
agir.
LIÇÃO DE VIDA Nº 16 - O
LENHADOR E A RAPOSA
Existiu
um lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.
Esse lenhador
tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o
lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.
Todas as noites
ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.
Os vizinhos
do Lenhador o alertavam a respeito de que a raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era
confiável.
Quando ela sentisse fome comeria a criança, diziam.
O Lenhador sempre
retrucando com os vizinhos, falava que isso era uma grande bobagem.
A raposa era
sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam:
- "Lenhador abra os olhos ! A Raposa vai comer seu filho."
- "Quando sentir fome, comerá seu filho ! "
Um dia o Lenhador,
devido a uma tempestade ocorrida na região, atrasou em muito o seu retorno ao lar e lá chegando, muito exausto devido à longa
caminhada e aos obstáculos que teve que transpor, ao chegar em casa viu a raposa
sorrindo como sempre, mas a sua boca estava totalmente ensangüentada ...
O Lenhador suou
frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa ...
Ao entrar no quarto
desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço
uma cobra morta ...
O Lenhador enterrou
o machado e a raposa juntos.
MORAL
DA HISTÓRIA
Se você confia em alguém,
não importa o que os outros pensem a respeito,
siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar...,
e principalmente,
nunca tome decisões precipitadas...
Autor desconhecido
LIÇÃO DE VIDA Nº 17 - QUANTO TEMPO VOCÊ VIVEU ?
“Como é estranha nossa pequena procissão da vida!
A criança diz: ‘Quando me tornar moço’.
O moço diz ’Quando me formar’
Uma vez formado diz: Quando me casar.
Após o casamento, e na plena luta pela vida, o pensamento muda:
”Quando me aposentar.’
E então, o aposentado olha para trás e contempla o panorama percorrido:
- Um vento glacial sopra em toda parte.
- O homem se dá conta de que ele nada aproveitou, e agora está tudo acabado.
“A
vida - aprendemos tarde demais - não consiste em esperar pelo futuro, mas viver plenamente cada dia e cada hora presentes”.
Stephen Leacock
Quanto
tempo você viveu?
Um Professor colocou,
em sua primeira aula, uma questão para os alunos, abordando o tema “Qualidade de vida”.
Ninguém se manifestou,
talvez porque a maneira segundo a qual lhes perguntou foi intimidativa, talvez porque a questão carregasse uma certa ambigüidade.
Então o professor,
insatisfeito, dirigiu-se a um dos alunos e fez a seguinte pergunta:
- Quanto tempo você
viveu ?
Esta pergunta parecia
um ataque pessoal. Instintivamente ele respondeu:
“vinte e quatro anos!”.
- Não! Não! Retrucou o Professor:
Eu não perguntei
a quanto tempo você respira, há quanto tempo você pertence à vida humana, ou qual é a sua idade ?
Eu gostaria que
você me falasse quanto tempo realmente você viveu?
O Professor percebeu
que aquele acuado e defensivo aluno estava confuso.
Percebeu que ele
tinha alguma noção do que lhe perguntava , mas não se sentia seguro.
Ele sabia que o
aluno precisava de uma pequena ajuda para poder responder-lhe.
Então, o Professor
falou:
Quando eu tinha 12 anos, fui levado à Capital de São Paulo, num passeio cultural, promovido pela escola onde
estudava o primeiro grau.
Era um grupo de aproximadamente quarenta pessoas, e não me lembro de tudo o que aconteceu neste passeio, mas
o que me lembro foi de ter estado no topo do Edifício Itália, o mais alto de São Paulo..
Eu estava ansioso, buscava aventura e alegria como qualquer criança numa viagem escolar.
Parei repentinamente com a grade de proteção no peito e pude ver toda a cidade.
Lembro-me daquele momento vivamente.
Todas as coisas ao meu redor pareciam não existir.
Passei a respirar uma estranha paz e serenidade.
Para mim, aquele momento pertencia a uma outra dimensão de espaço e tempo.
E contemplei aquela incrível cidade que nascera antes de mim, com suas torres de concreto e vidro.
Tive uma forte sensação de que aquilo era uma enorme cidade miniatura que tomou conta de mim.
Parecia uma daquelas maquetes montadas na época de natal nas grandes lojas, só que infinitamente maior.
Fiquei emocionado, extasiado.
Lembro-me de ter dito estas simples palavras para mim mesmo:
“Dani! você está no topo do Edifício Itália”
Isto foi uma hiperintensiva consciência de que a maravilha que estava vendo ficava difícil de ser descrita.
De um modo místico, eu estava fora de mim (disse o Professor, entusiasmado) e tudo isto refletia a minha própria
experiência.
- Não sei quanto tempo viverei – disse o Professor para o aluno questionado, mas se
viver um milhão de anos, me lembrarei daquele momento, porque realmente o vivi.
Agora, deixe-me
perguntar novamente, repetiu o Professor, para o mesmo aluno:
“Quanto tempo
você viveu ?”
O jovem estava numa
séria e profunda reflexão e respondeu vagarosamente, como que ponderando cada palavra de sua resposta:
“ Quando, Professor, o Sr. fala viver igual ao que o Sr. viveu naquele
particular momento em São Paulo, talvez um minuto, talvez dois!
Quero dizer, se eu somasse todos os momentos que vivi na vida com esse tipo de emoção, eles não seriam muito
mais que isso”.
Então melancolicamente
continuou, o aluno:
“Quando paro para pensar sobre isto, muito na minha vida foi sem significado, poucos momentos realmente eu vivi”.
Mesmo assim, a vida
para aquele jovem era provavelmente melhor do que para a maioria das pessoas, pela realidade que lhe era revelada: muitas
pessoas nascem e anos mais tarde morrem sem realmente ter vivido completamente.
Há muitos que
nunca refletiram “com carinho” sobre suas vidas.
Comem e dormem,
trabalham e reproduzem-se, estudam e se esquecem do verdadeiro sentido da vida.
Muitos, buscam viver em segurança, mas mesmo assim encontram a morte.
De vez em quando, algo acontece com as pessoas que as sacodem de suas vidas cotidianas, e as introduzem em
um suposto “êxtase”.
Foi o que aconteceu com o escritor russo do século XIX Fyodor Dostoyevsky.
Ele nunca foi um
homem ordinário, mas foi uma experiência em particular que lhe deu discernimento e fez parte de sua peculiar genialidade.
Como um idealista,
Dostoyevsky acreditava que a revolução política era o seu destino, o caminho que Deus havia lhe traçado.
Juntou-se a um dos
movimentos socialistas militantes que pareciam estar unipresentes na Rússia no século XIX.
Entretanto seu esforço
para derrotar o Czar malogrou.
Foi preso pelo Czar
e sentenciado à morte.
Aqueles que desafiaram
o poder totalitário do Czar foram submetidos a uma cruel tortura psicológica.
Tiveram seus olhos
vendados diante de um pelotão de fuzilamento.
As ordens de preparar! apontar! e fogo! foram dadas.
O som dos tiros foram ouvidos.
Mas nada! As balas eram de festim.
As vítimas tinham sido submetidas a uma tortura emocional com o objetivo de levá-los à morte psicológica.
Logo, Dostoyevsky não morreu.
O processo foi idealizado
para destruir a vida emocional das vítimas do Czar, mas do caso de Dostoyevsky, ironicamente proporcionou-lhe uma maneira
diferente de ver a vida.
Face à morte, teve
uma percepção realista da vida.
Aprendeu a apreciar cada momento como
se fosse o último.
Então, tudo que
era ordinário assumiu uma grande importância.
Quando comia a refeição, concentrava-se no gosto, a cada mordida, saboreava porque acreditava ser sua última
refeição.
Quando andava pelo pátio da prisão, respirava profundamente estufando os pulmõess, apreciando o ar do ambiente como nunca tinha feito antes.
O condenado Dostoyevsky, a cada momento, a cada experiência, viveu com profundidade, sensibilidade e emoção.
Ele estudou o rosto de cada um dos soldados que tinham a tarefa de torturá-lo, porque estava convencido de
que aquele seria o último rosto que veria.
Dostoyevsky viveu
face-a-face com a morte.
Mais tarde, confessaria
que viveu muito mais nos momentos em que estava convencido que seriam os últimos momentos de sua vida.
Havia aprendido face à morte, a viver com a antiga advertência latina:
Carpe Diem! (aproveite o dia)
Ah! Disse o Professor,
agora, para todos os alunos:
Não
esqueçam de responder à pergunta:
Quanto
tempo você viveu?
E
terminou a sua primeira aula com o seguinte conselho para seus alunos:
Aproveitem
o dia!
LIÇÃO DE VIDA Nº 18 - A GALINHA
Numa granja uma galinha se destacava entre todas as outras por sua coragem, espírito de aventura e ousadia.
Não tinha limites e andava por onde queria.
Entetanto, seu dono não apreciava estas qualidades e estava aborrecido com ela.
Suas atitudes estavam contagiando as outras, que achavam bonito este modo de ser e já o estavam copiando.
Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, arrumou um barbante de aproximadamente 2 metros e amarrou a galinha a ele.
Desse modo, de repente, o mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente até onde o barbante lhe
permitia chegar.
Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida.
Dia após dia acontecia o mesmo.
De tanto andar nesse círculo, a grama que era verde foi desaparecendo e ficou somente terra.
Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela.
Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar, a grama verde, do lado de dentro só terra.
Depois de um tempo o dono se compadeceu da ave, pois ela que era tão inquieta e audaciosa, havia se tornado
uma pacata figura.
Então cortou o barbante que a prendia pelo pé e a deixou solta.
Agora estava livre, o horizonte seria o limite, e poderia ir aonde quisesse.
Mas, estranhamente a galinha mesmo solta, não ultrapassava o limite que ela própria havia feito.
Só ciscava e andava dentro do círculo, seu limite imaginário.
Olhava para o lado de fora mas não tinha coragem suficiente para se “aventurar” a ir até lá.
Preferiu ficar do lado conhecido.
Com o passar do tempo, envelheceu e ali morreu.
Quem leu esta história traga à memória a vida de alguém conhecido.
Nasce livre, tendo somente seus desejos como limite, mas as pressões do dia-a-dia fazem com que aos poucos
seus pés fiquem presos a um chão que se torna habitual pela rotina.
Olha para além do limite, que ele mesmo cria, com grande desejo e alimentando fantasias a respeito do que
lá possa haver.
Mas não tem a coragem para sair e enfrentar o que é desconhecido.
Diz: “Sempre se fez assim, para que mudar?
Ou meu avô, meu pai sempre fizeram assim, como eu iria mudar agora?
Há pessoas que enfrentam crises violentas em suas vidas, sem a coragem de
ir à frente e tentar algo novo que seja capaz de tirá-las daquela situação.
Admiram quem tem a ousadia de recomeçar, porém, eles próprios, queixando-se e lamentando-se, buscam algum
culpado e vão ficando no mesmo lugar, dentro do limite que só existe na sua imaginação.
A característica do mercado sempre foi coroar com o reconhecimento aqueles que inovam, criam ou provocam
situações que chamem a atenção.
O segredo do sucesso está na criatividade.
Criar significa pôr em prática alguma coisa que não existe.
Arriscar significa correr risco de perdas.
Isto é um fato, mas como se poderá saber o final da história se não se caminha até o fim?
Autor desconhecido ou ignorado.
LIÇÃO
DE VIDA Nº 19 - AS TRÊS
PENEIRAS
Olavo foi transferido
de projeto.
Logo no primeiro
dia, para fazer média com o chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor
nem imagina o que me contaram a respeito do Silva.
Disseram que ele...
Nem chegou a terminar
a frase, o chefe aparteou:
- Espere um pouco,
Olavo.
O que vai me contar
já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira, Olavo,
é a da VERDADE.
Você tem certeza
de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não.
Não tenho não.
Como posso saber?
O que sei foi o
que me contaram.
- Então sua história
já vazou a primeira peneira.
Vamos então para
a segunda peneira que é a da BONDADE.
O que você vai me
contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não!
Nem pensar, Chefe.
- Então, sua historia
vazou a segunda peneira.
Vamos ver a terceira
peneira que é a NECESSIDADE.
Você acha mesmo
necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe.
Passando pelo crivo
dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que iria contar, falou Olavo, surpreendido.
- Pois é Olavo.
Já pensou como as
pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? , diz o chefe sorrindo e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por ai, submeta-o ao crivo dessas três peneiras:
- VERDADE;
- BONDADE; e
- NECESSIDADE, antes
de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
- PESSOAS INTELIGENTES
FALAM SOBRE IDÉIAS
- PESSOAS COMUNS
FALAM SOBRE COISAS
- PESSOAS MEDÍOCRES
FALAM SOBRE PESSOAS
LIÇÃO DE VIDA Nº 20 - O SAPO E A ÁGUA QUENTE
Vários estudos biológicos demonstram que um sapo colocado
num recipiente com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que aquecemos a água, mesmo que ela ferva.
O sapo não reage ao gradual aumento de temperatura
(mudanças de ambiente) e morre quando a água ferve, inchado e feliz.
Por outro lado, outro sapo que seja jogado nesse recipiente
com a água já fervendo salta imediatamente para fora, meio chamuscado, porém vivo.
Às vezes, somos sapos fervidos.
Não percebemos as mudanças.
Achamos que está tudo muito bom, ou que o que está
mal vai passar:
É só questão de tempo.
Estamos prestes a morrer, mas ficamos boiando, estáveis
e apáticos, na água que se aquece a cada minuto.
Acabamos morrendo inchadinhos e felizes, sem termos
percebido as mudanças a nossa volta.
Sapos fervidos não percebem que além de ser eficientes
têm que fazer as coisas.
E, para que isso aconteça, há necessidade de um contínuo
crescimento, com espaço para o diálogo, para a comunicação clara, para dividir e planejar e para uma relação adulta.
O desafio ainda maior está na humildade em atuar,
respeitando o pensamento do próximo.
Há sapos fervidos que acreditam que o fundamental
é a obediência, e não a competência:
Manda quem pode, e obedece quem tem juízo.
E, nisso tudo, onde está a vida de verdade?
É melhor sair meio chamuscado de uma situação, mas
vivo e pronto para agir.
Paulo Coelho
LIÇÃO DE VIDA Nº 21 - O IDIOTA E A MOEDA
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.
Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas:
uma grande de 25 Centavos e outra menor, de 50 Centavos.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda
maior valia menos.
Eu sei, respondeu o tolo assim:
"Ela vale duas vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira
acaba e não vou mais ganhar minha moeda."
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira:
Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda:
Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira:
Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é
a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
"O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante
de um idiota que banca o inteligente".
"Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos;
e,
“por estranho que pareça, sou grato a esses professores"
Kahlil Gibran
LIÇÃO DE VIDA Nº 22
- A FÁBULA DO VELHO CÃO
Uma velha senhora foi para um safári na África e levou
seu velho vira-lata com ela.
Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente,
deu-se conta de que estava perdido.
Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho
cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção com a intenção de conseguir um bom almoço .
O cachorro velho pensa:
- Oh, oh! Estou mesmo enrascado !
Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto.
Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se
junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador .
Quando o leopardo estava
a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto:
Cara, este leopardo estava delicioso ! Será que há
outros por aí ?
Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de
terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores.
Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco ! O
velho vira-lata quase me pega!
Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena
e logo imaginou como fazer bom uso do que vira:
Em troca de proteção para si, informaria ao predador
que o vira-lata não havia comido leopardo algum...
E assim foi, rápido, em direção ao leopardo.
Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador
em grande velocidade, e pensa:
- Aí tem coisa!
O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que
interessa e faz um acordo com o leopardo.
O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de
bobo, e diz:
- Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver
o que acontece com aquele cachorro abusado!'
Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo
em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa:
E agora, o que é que eu posso fazer ?
Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas doídas
não o levariam longe...) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu,
e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz:
Cadê o filha da mãe daquele macaco?
Tô morrendo de fome!
Disse que ia trazer outro leopardo para mim e não
chega nunca!
Moral da história:
Não mexa com cachorro velho...
Idade e habilidade se sobrepõem à juventude e intriga.
Sabedoria só vem com idade e experiência.
Se você não mandar essa fábula a 5 'velhos' amigos
já, já, haverá menos 5 pessoas rindo no mundo.
É claro, que eu não estou, de modo algum, insinuando
que você esteja velho.
Apenas um tantinho assim mais experiente.
Ou você não percebeu
o tamanho da letra que escolhi ?
LIÇÃO DE VIDA Nº 23 - O QUE É
DE FATO SIGNIFICATIVO?
O filho que muitas vezes não limpa o
quarto e FICA vendo televisão , significa que está em Casa.
A desordem que tenho que limpar depois
de uma festa , significa que estivemos rodeados de familiares e amigos .
As roupas que estão apertadas, significa que tenho mais do que o suficiente para comer .
O trabalho que tenho em limpar a
Casa, significa que a tenho.
As queixas que escuto acerca do governo,
significa que tenho liberdade de expressão.
Não encontro estacionamento, significa que tenho carro.
Os gritos das crianças, significa que posso ouvir.
O cansaço no final do dia, significa que posso trabalhar.
O despertador que me acorda todas as
manhãs, significa que estou vivo.
A ressaca de todas as manhãs significa
que tomei todas ontem.
Finalmente pela quantidade de mensagens
que recebo, significa que tenho amigos pensando em mim. "QUANDO PENSARES QUE A VIDA TE CORRE MAL, LÊ OUTRA VEZ ESTA MENSAGEM"
LIÇÃO DE VIDA Nº 24 - CONFÚCIO
Confúcio, ao lado de Buda, ou Kung Fu Zi (551-479 a.C.),
foi o filósofo que mais influenciou a China.
Seis séculos antes do nascimento de Jesus Cristo, numa época de guerras e conflitos sangrentos, o sábio pregou
a importância do exercício do amor incondicional ao próximo, da bondade e da solidariedade.
Confúcio defendeu uma nova ética social, afirmando que a sociedade poderia viver em harmonia desde que as
prioridades fossem a ética, o respeito e a educação
Entre os séculos 3 a.C. e 3 d.C., a
China viveu um período de grande renovação cultural e intelectual.
Suas idéias, desde então, tornaram-se um patrimônio da humanidade.
Os ensinamentos confucionistas ficaram registrados nos Analetos, os famosos Diálogos de Confúcio, transcritos
por seus discípulos, que organizaram a chamada Escola dos Letrados (Rujia), um sistema de pensamento pautado em valores como
li (ritual), zheng (conduta) e ren (humanismo).
Sintonia com o céu
Para o mestre e seus discípulos, o comportamento baseado no ritual, na etiqueta, nas maneiras e na postura
assegurava a interação entre os membros da comunidade e sua conexão com a ordem natural e a vontade do céu (tian) –
ou seja, o Universo.
A conduta era uma forma de autocontrole, que levava o homem a perceber sua importância no mundo, deslocando-se
dos interesses próprios para os da comunidade.
Por fim, o humanismo defendia a importância do amor, do altruísmo e da justa distribuição do trabalho para
que todos vivessem em harmonia.
Eis alguns dos preceitos desse sábio, até hoje verdadeiras lições para serem aplicadas no dia-a-dia:
“Ame a todos sem distinção”
O mestre pregava o amor não apenas ao próximo, independentemente das diferenças de raça, sexo, classe social
e religião, mas a todos os seres da natureza.
Confúcio chamava a natureza de céu (tian), sublinhando que todos os seres têm igual valor perante o Universo.
Na visão confucionista, o céu sabe qual é a missão de cada um e a razão pela qual as pessoas vêm exercer
papéis fundamentais, para o bem e para o mal, em nossa vida.
“Retribua sempre com a bondade”
Com essa lição, Confúcio frisava que freqüentemente esquecemos de retribuir o bem que os outros nos dedicam,
como se o gesto alheio fosse natural.
Mas também dedicava esse ensinamento especialmente para os momentos em que nos sentimos desafiados ou ofendidos.
“Trate bem quem lhe trata bem e procure tratar bem quem lhe trata mal” ......... (Assim dizia o mestre!)
Essa máxima diz que temos todo o direito de nos defender das agressões alheias, mas muitas vezes devemos
relevar os ataques, lembrando que eles podem ser causados pelo nervosismo ou pelo descontrole do oponente.
Segundo o confucionismo, quem busca a sabedoria deve cultivar o autocontrole e estar sempre centrado
em seu próprio eixo.
“Não
faça ao próximo o que não quer que façam com você”
Adotar uma conduta reta, firmemente alicerçada na justiça e na moral, era um dos preceitos do confucionismo.
Segundo o mestre, devemos ter em mente essa máxima sempre que nos sentirmos em dúvida sobre como agir em
relação a uma pessoa e não encontramos resposta ou subsídio na lei e nos costumes.
“A melhor maneira de não errar é não fazer nada. No entanto, não
fazer nada é o maior erro de todos”
O mestre chinês exprimia nesse ensinamento a necessidade de empreender a permanente busca de como contribuir
para o bem alheio e a construção de um mundo melhor.
Confúcio dizia que o imobilismo é um dos maiores equívocos.
Para ele, quem quer ser amado precisa amar e quem quer ser ajudado tem de ajudar:
[quanto mais amamos, mais
nos amam; quanto mais damos, mais nos dão: Jorge Angel].
Essa frase, segundo ele, serve como complemento para outra máxima do confucionismo, máxima que defende que
não se deve fazer para os outros o que não se deseja para si mesmo.
“Aquilo que o céu outorgou se chama natureza, e a harmonia com esse princípio é o caminho. A ordenação
desse caminho é a cultura”
A cultura, segundo os princípios do confucionismo, pode ser traduzida por educação ou aprendizado.
Confúcio enxergava a cultura como um mergulho do ser humano na filosofia na busca de compreender a si
mesmo e a todos os princípios que norteiam a natureza e a vida
[Conheça-te a ti mesmo e conhecerás todas as coisas: Sócrates].
A educação, para ele, era uma forma de autoconhecimento, fundamental para compreender a
essência humana.
Na época, Confúcio defendia que a música, a pintura, a poesia, a caligrafia e a arte do arco-e-flecha
seriam alguns dos meios para o ser humano descobrir e desenvolver seus potenciais.
O estudo, para o sábio, era a base da formação do homem, pois só a instrução [educação] assegurava a conduta reta, a justiça e a moral nos negócios públicos e na relação
com as outras pessoas.
Hoje, quando tanto se fala na necessidade de priorizar a educação, vemos como a filosofia de Confúcio
continua atual.
LIÇÃO
DE VIDA Nº 25 - PAI TÔ COM FOME!
Ricardinho não agüentou
o cheiro bom do pão e falou:
Pai, tô com fome!!!
O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando
desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência...
Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com
muita fome, pai!!!
Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada
enquanto entra na padaria a sua frente...
Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:
Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos
na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que
em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino.
Em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento,
lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!
Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem
de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...
Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro,
que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato
Feito): arroz, feijão, bife e ovo...
Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas
horas na rua...
Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela
comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá...
Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira
garfada...
A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato
simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado
de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades...
Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção,
brinca para relaxar:
Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha
o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!
Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu
comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer...
Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que
almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho...
Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa
a almoçar, já que sua fome já estava nas costas...
Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa
nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório...
Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido
o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos 'biscates aqui e
acolá', mas que há 2 meses não recebia nada...
Amaro resolve então contratar Agenor para serviços
gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias...
Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança
daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho...
Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor
é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...
Deus estava lhe abrindo mais do
que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores...
No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na
porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho...
Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele
homem que nem ele sabia porque estava ajudando...
Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes,
mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa....
E, ele não se enganou !
Durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador
daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres...
Um dia, Amaro chama Agenor para
uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia
questão que Agenor fosse estudar....
Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula:
a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...
Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de
aula...
Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros,
Advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outros ...
Ao meio dia ele desce para um café na padaria do
amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro terno...
Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista,
já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve
criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos
os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço...
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele
lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista...
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles
dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um...
Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo
dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido ...
Ricardinho, o filho mandou gravar na frente da 'Casa
do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho:
'Um dia eu tive fome, e você me alimentou.
Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um
caminho..
Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso
não tem preço.
Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma.
E, que te sobre o pão da misericórdia para estender
a quem precisar!!!' (História verídica)
Nunca é tarde para começar e sempre é cedo para
parar !!!
Todo pensamento, se repetido, passa a exercer domínio.”
Lição
de vida nº 26
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Última atualização desta página: 01/10/2009
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